domingo, 28 de agosto de 2011

Ao Estado de Carajás Sim, mas em qual modelo Econômico? Quando e por que você vai votar?


 Sobre a criação dos Estados de Carajás e Tapajós, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) já definiu o dia do início da propaganda e o dia da votação. Em 13 de setembro de 2011, os grupos do SIM e do Não podem levar o debate ao público. A propaganda gratuita na TV e rádio, só a partir do dia 11 de Novembro. Já a votação do plebiscito foi marcada para domingo, dia 11 de dezembro.
             De onde veio o sentimento de divisão? O povo diz: - “O governo do Estado do Pará nunca fez nada pela gente, só cobra impostos. Quando a gente quer se tratar vai pra capital do Goiás, Piauí, Tocantins e não pra Belém; as escolas estão caindo, as estradas esburacadas, a gente vivi com medo da violência, também, nós não somos parecidos com os paraenses.” Essas respostas deixam claro de onde vem o sentimento de divisão, resumindo, do abandono e falta de identidade cultural e, os governos que por aqui passaram ou ai está, pouco fez para mudar esse sentimento no povo.
            Do outro lado, os grupos que têm muito dinheiro como o que está chegando na região e comprando enormes fazendas; os que exploram o solo dessa região, para extrair todo tipo de minério, os que estão querendo derrubar muita mata para plantar soja, também estão descontentes, pois para eles a justiça do Pará é lenta para realizar as reintegrações de posses das terras ocupadas por Sem-terras; as vistorias que dão licenças ambientais demoram demais; as estradas são péssimas para levar a produção deles para outros estados e países, enfim, o governo do Pará não agradou nem aos ricos nem aos pobres.
              Esses grupos, além de quererem segurança social, para executarem seus empreendimentos, precisam de infra-estrutura como, por exemplo: as estradas boas ligando o Sul do Pará à ferrovia Norte-Sul, que passa no Tocantins e no sul do maranhão; a ampliação da ferrovia Carajás que devem vir até Ourilândia, para levar o minério daquela região até o porto em São Luis do Maranhão. Outra obra importante, principalmente para o cultivo da soja, é o afundamento por meio de máquinas do Rio Araguaia, a fim de tornar possível a navegação de grandes Balsas pela futura hidrovia Araguaia-Tocantins, aliás, algumas balsas já foram feitas, mas a obra está parada pela justiça que questionou os impactos ambientais.
           Esses grupos também são donos dos meios de comunicação TVs, Rádios, Jornais e detém, quase na sua totalidade, o poder político e econômico da região, financiam campanhas de deputados estaduais, federais, vereadores, prefeito e etc. Além disso, tem muita influência nos bastidores da justiça. Na realidade, o interesse econômico deles pegou carona na insatisfação do povo e, por causa disso, foram criadas as condições para realização do plebiscito, que será votado no dia 11 de dezembro de 2011.
 Até agora, o debate da divisão do Estado dos Carajás tem considerado só os aspectos positivos na divisão do Estado, isso é compreensível, pois para quem quer ganhar uma eleição tem que se apresentar como um solucionador de problemas e, mostrar somente o lado positivo da sua proposta, isso é quase uma verdade entre os marqueteiros. Talvez, esse modo de conduzir o debate levou o grupo que está à frente da discussão, a preferir não esclarecer algumas dúvidas levantadas pelo o povo.
         Do jeito que está sendo colocada a discussão, o povo assumiu o papel de mero expectador, só aplaude os palestrantes que estão nos palcos. Esses apresentam as vantagens da divisão do estado apoiando-se em estatísticas que tanto agradam os moradores do futuro novo estado do Pará, como os moradores do futuro estado de Carajás. Em um dos argumentos, afirma-se que os dois principais indicadores de riquezas do estado, o ICMS (Imposto sobre circulação de mercadoria e serviço) e O PIB (Produto Interno Bruto) serão distribuídos, depois da divisão, da seguinte maneira 72% do ICMS e 71% do PIB ficarão com o Estado do Novo Pará, o restante 29% do ICMS e 28% do PIB, ficarão com o Estado do Carajás. Com quanto ficará Estado do Tapajós?
         Outro argumento é que a economia da Região é fundamentada na atividade industrial-siderúrgica, produção de energia hídrica e o agronegócio e que com o novo Estado será ainda mais fortalecida, gerando empregos e renda. Com certeza, atualmente, essa base econômica é a maior geradora de empregos, porém, não gera a distribuição de renda, pois os trabalhadores desses setores são pagos com baixos salários que não lhes permitem ter a casa própria, condições de lazer, resumindo, não tem condições de mudar a sua qualidade de vida. Os bilhões de lucros gerados, por essas atividades econômicas, ficam no bolso de meia dúzia de donos das grandes corporações. O nome disso é concentração de Renda. Esse modelo econômico tende a ser fortalecido pelo novo Governo do Estado dos Carajás, pois a maioria das pessoas que estão à frente do debate, além de pertencer  a essa elite, provavelmente são os que vão governar o novo estado.
     Pelo jeito, temas como o da Sustentabilidade Ambiental, Agricultura Familiar e a Economia Solidária não serão prioridades de um novo governo aqui no Estado dos Carajás, já que, nem se quer chega  a serem mencionados nos discursos dos palestrantes. Pelo menos aqui no extremo Sul do Estado. 
Sustentabilidade ambiental é a preocupação de desenvolver atividades que amenizem os efeitos das atividades econômicas predatórias, que agridem o planeta Terra e que podem provocar grandes catástrofes ambientais, prejudicando milhares de vidas e que pode tornar inviável a médio e longo prazo a vida na terra. Um exemplo é o derretimento do gelo nos pólos terrestre e em áreas em que o gelo cobre grandes quantidade de gás metano como na Groelândia. Disso a humanidade pode sofrer duas consequências: a inundação de cidades litorâneas pelo mar e a diminuição da quantidade de oxigênio que compõem o ar que respiramos. 
              Outra discussão que ganha força, no mundo todo, é a substituição do modelo econômico vigente dos grandes projetos e grande investidores pelo da Economia Solidária. E como funciona a Economia Solidária? Um exemplo Prático: Vinte Pessoas se juntam, montam uma pequena fábrica de Sapatos. Todas trabalham distribuídas em vários setores da fábrica. Gastam vinte mil reais entre a produção de calçados, impostos, transporte e venda, porém no final do processo conseguem 20 mil reais de lucro, cada membro da cooperativa fica com um mil reais pelo seu trabalho. Nesse caso desaparece o Custo Patrão. O que é isso? O padrão ia querer 10 mil reais de lucro, consequentemente os seus empregados cada um ia ficar só com 500 reais. Parece um sonho? Porém já existem em todo mundo experiências bem sucedidas desse tipo. A Economia Solidaria distribui renda e melhora a qualidade de vida das pessoas e ainda vai destruindo a ideia da ganância e o egoísmo que tanto destroem o planeta terra. O Governo Federal Criou a Secretária da Economia Solidária com o objetivo de financiar projetos desse tipo. Será que o Novo Governo do Estado do Carajás vai incentivar a prática da economia Solidária e o desenvolvimento da agricultura familiar? 

Autor: Manoel Messias Serafim dos Santos.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Manoel Messias (Professor e Poeta -Zagaia)








O Ser estudante

Ser estudante é ir para escola e não voltar como antes.
É ser do conhecimento amante.
É não saber e passar a ser conhecedor.
É ser do desconhecido garimpador.
É fazer na pedra brotar uma flor.

Ser estudante é ver no que se conhece a porta de saída.
Da ignorância que cega o olho da vida.
É sorrir no continuar da lida.
É desiludir da idéia incutida.

Ser estudante é empacotar sonhos.
É desenrolar emoções.
É penetrar nas mentes e nos corações.

Ser estudante é procurar conhecer o conhecimento.
É pensar no próprio pensamento.
É entender o entendimento.

Meu Pai, Meu Exemplo


Meu pai, meu exemplo.

Meu velho muito do seu suor, hoje faz parte do meu sucesso.
Muitas das suas palavras apontaram o caminho certo.
Os seus conselhos me fizeram ser ordeiro e correto.
 Por isso mesmo ausente, estar sempre por perto.

Pai, a minha inquietude e juventude me afastaram de ti.
O mundo lá fora me fez chorar e sorrir.
Mas foi o seu exemplo que me sustentou.
Hoje, eu quero agradecer por tudo que me ensinou.

Pai, a sua fé na força da vida te fortificou.
Por ter fé em Deus, quando caiu levantou.
E com seu exemplo a família arrastou.

Ao senhor, todo meu respeito e gratidão.
A minha homenagem e consideração.
Tu és meu exemplo e inspiração.

Autor: Manoel Messias (Professor e Poeta – Zagaia)

sábado, 14 de maio de 2011

O homem e o fio de teia de aranha

Ego, um rico fazendeiro, em tudo que fazia só pensava em se dar bem. Certa vez, a região onde morava estava atravessando uma grande seca.
Como tinha uma grande fazenda, em outra região que não enfrentava problema com a estiagem, Ego costumava levar o seu gado para lá.
Um colono, visinho do Ego, vendo as 15 cabeças de gado que possuía morrendo, foi tentar vendê-las ao rico fazendeiro.
- Seu Ego, estou muito apertado, o meu gado tá morrendo. O senhor me compra as minhas 15 cabeças.
- Quanto ocê quer por cabeça?
- O senhor me paga 10 conto?
- Tá caro de mais, sô. Só dou 6?
- 6, é quase de graça. (disse o pobre do colono)
- Então vá procurar outro comprador. (falou o fazendeiro)
- O Senhor tá certo.
O pobre colono saiu cabisbaixo, rodou uma a semana inteira, mas não encontrou comprador para seu magro gado. Durante esse espaço de tempo morreram 3 rezes. Desesperado voltou à casa do Ego.
- Seu Ego, eu aceito os seis conto por cabeça.
O rico fazendeiro falou:
- Já desinteirei o dinheiro. Agora só posso dá quatro contos por cabeça. Se quiser tá aqui.
O aflito homem parou, respirou, não viu outra saída.
- Tá fechado o negócio.
Assim que efetuou o pagamento, Ego pediu para um empregado, embarcar o gado em um caminhão-gaiola, a fim de levá-lo para a sua verde fazenda.
Depois do gado embarcado, ele resolveu ir junto, em uma curva o motorista, ao tentar livra-se de um jumento, virou o caminhão.
O motorista escapou, porém seu Ego ficou desacordado, tinha levado uma forte pancada na cabeça.
Passando um carro de polícia o socorreu, levou até um hospital Público.
No hospital em coma, começou ter um pesadelo. Estava dentro de um enorme salão embaixo da terra, de lá avistava o céu por um buraco maior um pouco do que um homem.
Olhando para dentro do salão avistava muito ciclopes perseguindo pessoas capturando e as devorando com os seus enormes dentes. Observou também que de alguns orifícios no chão, saiam línguas de fogo que devoravam as pernas de homens e mulheres que passavam perto das labaredas.
Desesperou-se, começou a chorar, quando de repente um monstro o percebeu. O mostro começou a caminhar para o lado dele, de tanto medo começou pedi ajuda.
- Socorro! Socorro!
Uma voz vinda de alguém que estava acima do buraco ecoou:
- Agarre-se no cordão que está na boca do buraco.
- Não estou vendo cordão, só tô vendo um fio de teia de aranha.
- Pois é, é ele mesmo, enrole em suas mãos que eu vou te puxar, mas antes, você tem que prometer que vai deixar o seu egoísmo de lado. Promete!
- Prometo! Prometo!
Ao enrolar o fino fio nas mãos, não percebeu que a sobra se estendia, mais ou menos dez metros para dentro da caverna.
Foi subindo, subindo, subindo. Já estava quase chegando à boca do buraco, quando olhou para baixo e viu seis pessoas também subindo agarradas no fio que sobrou atrás dele, foi quando ele gritou:
- Vocês não tão vendo que esse fio só agüenta comigo!
Sem pensar duas vezes, quebrou o fio que sobrava. Neste mesmo instante, logo acima dele o fio se rompeu.
No hospital, o cardiograma também parou lentamente.    

Um conto para refletir – Zagaia. 

Veja quantos milhões a prefeitura de Bannach recebeu do Governo Federal em 2010 e quanto já foi repassado em 2011. R$ 6.279.709,23 (Seis milhões duzentos e setenta e nove mil setecentos e nove reais e vinte três centavos)

Em 2010, o Repasse do governo federal para Bannach foi de 5. 217. 594,06 (Cinco milhões duzentos e sete mil quinhentos e noventa e quatro reais e seis centavos).
 Nos primeiros meses de 2011, o governo federal já repassou R$ 1.062.115,17 (Um Milhão sessenta e dois mil cento e quinze mil e dezessete centavos).
Além desses repasses federais, a prefeitura de Bannach tem outras fontes de arrecadação como, por exemplo, a Taxa de Iluminação Pública e convênios com o governo federal.
Por enquanto, “O Povolê” não tem como divulgar a arrecadação municipal, porque o município não possui um portal da transparência, como tem o Governo Federal. Se algum vereador ou representante da prefeitura quiser divulgar esses dados para população, “O Povolê” estará à inteira disposição e, desde já agradece.
Os repasses federais constitucionais e provenientes de convênios estão todos à disposição do cidadão, basta acessar os endereços www.portaldatranparencia.gov.br. Existe ainda o www.fnde.gov.br, neste você pode se informar de quanto foi o complemento para o FUDEB do município em 2010 e a previsão para 2011. 

EM 13 DE MAIO DE 2011, REDENÇÃO COMEMORA 29 ANOS DE HISTÓRIA


A emancipação do Município de Redenção foi conquistada pelo desejo de vários aventureiros que vieram para essa terra em busca de riquezas. Por isso a desbravaram, investiram seus sonhos e, conseqüentemente, transformaram a região, antes desconhecida, em uma vila que logo em seguida foi elevada à cidade, abrigando pessoas vindas de várias regiões do país.
Em 1969, começam a surgir Agrupamentos com algumas casas habitadas por trabalhadores que laboravam na formação das grandes fazendas, no extrativismo vegetal e nas minas de ouro da região.
Começa-se então a luta pela criação da vila, que recebeu o nome de Redenção. 
         Logo após 1970, na Avenida Brasil, foi construída uma pista de pouso (aberta pelo Sr. Carlos Ribeiro), essa contribuiu de forma significativa para transformar a vila no principal centro de abastecimento econômico da região.
 Em 1972, com a exploração do extrativismo vegetal que tinha como principal atividade a extração da madeira, houve um aumento do afluxo de trabalhadores, principalmente do nordeste e a migração de muitos empresários gaúchos, paranaenses e mineiros para a região.
       A origem da cidade de Redenção está relacionada ao município de Conceição do Araguaia. O povoado de Redenção só foi elevada à condição de vila com a sanção da Lei nº. 4.568, de 04 de Junho de 1975, por meio de uma representação feita pelos seus moradores.
       Em 1981, a vila de Redenção, recebeu migrantes dos Estados do Maranhão, Piauí, Pernambuco, Bahia e outros estados do nordeste. Chegaram também os pilotos de aviação do sudeste e sul do país. Fatores que transformaram a vila em um centro difusor de transações de negócios. Principalmente porque foram descobertas minas de ouro em Cumaru (região próxima a Redenção) e foi intensificada a extração de madeira, esse dois acontecimentos impulsionaram ainda mais o comércio e o crescimento populacional.
      Com o crescimento econômico e populacional, intensificou-se a luta pela emancipação da vila Redenção e em 13 de Maio de 1982 foi criada a Lei 5.028, publicada no Diário Oficial em 14/05/1982, elevando a vila de Redenção à categoria de cidade, desmembrando-se de Conceição do Araguaia e tendo como primeiro prefeito nomeado: Arcelides Veronese que governou a cidade entre os anos de 1983 a 1988.
   Neste ano (2011) a cidade de Redenção completa 29 anos de emancipação política e, é o principal centro econômico e populacional da região Sul, sua economia hoje tem como principais bases o comércio, a pecuária, a construção civil, os serviços públicos federais e também começa a se destacar como uma cidade-centro de formação de educação superior, com a instalação de várias universidades e centro de formação, tanto pública como privados que oferecem vários cursos, nas áreas de ciências biológicas, humanas e exatas.


Historiadora: Profª. Márcia B Nogueira.

Fazendo uma pequena análise da história de Redenção

Olhando para história de Redenção, observa-se que as pessoas que construíram o município eram de fato empreendedoras, por isso, conseguiram transformar Redenção na cidade pólo do Sul do Pará. Esse desejo de enriquecer, se dá bem, tem seu lado positivo, pois contribuiu com o desenvolvimento da cidade, mas por outro lado, gerou um individualismo que cegou a maiorias das pessoas para questões de interesse coletivo (de todos).
O resultado disso, se ver nas práticas e nos discursos dos políticos que governaram ou governam a cidade. Se aproveitando desse sentimento individualista, desenvolveram uma política baseada na troca de favores individuais para prender o voto do eleitor. É aquele negócio, você me dá um ovinho de páscoa, um prato de sopa, um conte de cabelo, paga minha conta de luz, me leva para o hospital, me garante um emprego na prefeitura ou contrata a minha empresa que eu faço a sua campanha e ainda voto em você.
Enquanto isso, as questões de interesse coletivo como o calçamento da rua, a faixa para pedestre e ciclista, o hospital funcionando como deve ser, a assistência social fazendo o seu papel, a escola bem preservada, professores bem pagos, a cidade urbanizada, todo isso, vai ficando de lado. Aliás, para que fazer administração que resolva esses problemas coletivos se é a resolução do interesse individual que dá voto?
Aqui fizeram valer ao pé – da - letra aquele velho ditado: Mateus! Primeiro o meu.
Está claro que o presente mais importante para cidade, daqui para frente, é a mudança dessa lógica na política local. Redenção precisa sai da 1ª pessoa eu, para 3ª pessoa Nós. Só assim a nossa cidade será uma cidade de todos e não apenas de alguns espertos. A final os políticos são frutos do povo e os votos do povo frutos dos políticos.

Osama Bin Laden é morto por tropas Americanas



Osama Bin Laden, líder da Al Qaeda, foi morto em 1ª de maio.  A sua morte silenciou seu pais natal - Arábia Saudita e diversos países do Golfo. Do outro lado, Nos Estados Unidos da América, houve várias comemorações. A foto ao lado é da Times Square em Nova York, uns dos pontos, onde a multidão se reuniu para ouvir, por meio de um telão, o anuncio de Barak Obama sobre a morte de Osama Bin Laden.
Osama era considerado o mais odiado inimigo dos Estados Unidos, Principalmente depois que se declarou como sendo responsável pelo atentado que derrubou as torres gêmeas em 11 de Setembro de 2001.
A partir de então, passou a ser o terrorista mais caçado pelo serviço de Inteligência americano. A caçada durou 10 anos e no domingo de 1ª de maio chegou ao fim.
Os jornais do mundo todo, baseados em informações dadas pela equipe que abateu Osama, falam que a operação durou aproximadamente 40 minutos. Bin Laden foi morto, segundo os americanos, com um tiro na cabeça, na sua mansão aos arredores de Islamabad. Na operação, também morreram uma mulher e quatro homens, sendo um deles, filho de Osama.
A ordem do presidente dos Estados Unidos para atacar a mansão de Bin Laden foi dada na sexta – feira (29/04), mas só foi realizada no domingo, justamente quando o mundo estava comemorando o dia do trabalhador e o povo Americana em festa.
O que também chama a atenção é fato do corpo de Bin Laden ter ficado sob custódia dos Estados Unidos, mesmo não sendo americano. No primeiro momento, se pensava que os americanos, de posse do corpo, fossem mostrá-lo ao mundo todo. Ao invés disso, realizaram uma cerimônia islâmica com o corpo e depois jogaram no mar.
Várias análises podem ser feitas desses fatos. Os americanos, não mostrando o corpo, deixam margens para dúvida sobre a morte ou, pelos menos, da real data da morte de Bin Laden. O EUA é de fato poderoso e prepotente, a ponto de colocar sob custódia um corpo que pertence a outro país, sem que ninguém questione o fato. Não estamos falando aqui de Bin Laden terrorista que cometeu atos bárbaros, estamos falando da soberania de um país. Será que do jeito que os Americanos agiram, não vão criar mais ódio entre eles e o povo mulçumano e conseqüentemente mais terror, guerras e mortes?
Uma pergunta que fica: Por que só matar o Bin Laden em uma data comemorativa mundial?  Será que isso não foi uma jogada de Marketing. Alguém tem dúvida?
Se de fato o corpo foi jogado no mar, a intenção certamente é não fazer da catacumba de Osama Bin Laden, um local de peregrinação para os seus seguidores. De qualquer forma, essa história ainda terá inúmeros capítulos.

terça-feira, 22 de março de 2011

PACIÊNCIA

Ter paciência é esperar, o dia da chegada.
É andar lento e firme, para deixar a pegada.
É não tomar atitude, de forma precipitada.
É esperar paciente, a hora mais desejada.

Ter paciência é esperar, sem perder a esperança.
É aguardar paciente, o crescer de uma criança.
É se por em movimento, pois quem anda sempre alcança.
É interromper a marcha, para consultar a lembrança.

Ter paciência é demorar, por causa da estratégia.
É, as vezes, ficar calado, a fim de  evitar a guerra.
É contemplar com amor, a linda história da Terra.

Ter paciência é persistir, mesmo com dificuldade.
É perseverar acreditando, no amor e na bondade.
É combater a ilusão, com a força da verdade.
Quem é o poeta?
       Manoel Messias Serafim dos santos nasceu em Jeremoabo em 1972, cidade do Sertão Baiano. Passou a infância e parte da adolescência trabalhando como bóia-fria no vale do Rio Vaza Barris, entre Canudos e Jeremoabo. Ainda Menino, motivado pela vontade de transformar a realidade, com 12 anos, saiu de casa.
         Depois de algumas andanças pelo país, retornou a Canudos em 1988, já militava o PT (Partido dos Trabalhadores. Em Canudos participou ativamente  na CEBs. (Comunidades Eclesiais de Base). Nesse movimento, se envolveu ativamente em várias ações comunitárias de cunho humanista.
         No começo de 1993, chegou à Marabá-PA, como seminarista Oblato, a sua congregação tinha como Lema: “A Opção preferencial pelos pobres”. Durante sua passagem pelo seminário, sempre fez questão de trabalhar e de contribuir com as despesas diárias, além de ajudar nos movimentos sociais: Sem Teto, Movimento Estudantil. Nesse último, contribuiu com a conquista da carteirinha da meia passagem estudantil e ajudou na formação da UNEMAR (união de Estudante de Marabá).
        Em 2001 chegou em Redenção. Entre 2002 a 2005 Cursou Letras na UEPA (Universidade Estadual do Pará). No trabalho de conclusão do curso. O poeta e dois colegas de turma, Antonio Messias e Valdimar, desenvolveram um projeto de produção textual para o vestibular, envolvendo alunos concluintes do ensino médio de escolas públicas.
      Durante o período de estudante universitário, nos dois primeiros anos, trabalhou como supervisor de telecomunicação de empreiteiras da Telemar; depois passou a lecionar numa escola particular e fazer bico como digitador de trabalhos universitários.
       No Ano de 2006, passou no concurso público para professor do Município e, no começo de 2008, passou no concurso para professor do Estado. Logo em seguida se tornou sindicalista do SINTEPP (Sindicato dos Professores em Educação Publica do Estado do Pará).

A deputada Bernadete e lideranças do Sul e Sudeste do Pará Cobram Melhora na qualidade da energia elétrica


No dia 04/03 foi realizada, na cidade de Xinguara, uma Audiência  Pública para discutir a construção de um linhão de Alta Tensão e de duas subestações elétricas nas regiões Sul e Sudeste do Pará.
A audiência pública foi proposta bela Deputada Bernadete que mostrou preocupação com as constantes quedas de energia na região e a lentidão do andamento do programa Luz Para Todos.
A construção do linhão e das duas subestações devem custar aproximadamente 60 milhões, as obras estão previstas no PAC do Governo Federal e devem ser concluídas em 2012.
Na semana anterior a Audiência Pública em Xinguara, uma comissão com mais de 70 lideranças da Região Sul e Sudeste do Pará, incluindo o prefeito Genival de Eldorado dos Carajás, Claudinei (presidente do PT de Floresta do Araguaia) e a Deputada Bernadete estiveram com o Gerente da Rede Celpa Álvaro Bressan. A comissão cobrou ao gerente  que também é presidente do Comitê Gestor do Programa “Luz Para Todos”, agilidade no atendimento às comunidades que ainda estão na lista de espera do programa. 
Em Xinguara, a deputada disse que o próximo passo dessa comissão é ir à Brasília para realização de audiência com os representantes da Eletrobrás, da Anel e do Ministério de Minas e Energia para cobrar mais investimentos na qualidade e na ampliação do sistema de produção de energia do Pará.